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De cima para baixo é mais perigoso!

terça-feira, janeiro 11th, 2011

Uma das primeiras fontes de pesquisa com conteúdo substancial que encontrei quando comecei a pesquisar a Gestão do Conhecimento foi o portal Kmol. Recomendo a todos a visita. Além disso, recomendo que não deixem de correr os olhos sobre qualquer produção que venha assinada por Ana Neves. No momento, faço a minha parte compartilhando sua apresentação no TEDxCoimbra.

Ela explica o papel do seu blog como uma ferramenta de compartilhamento dos seus conhecimentos, mas também, de identificação do público interessado em saber mais sobre Gestão do Conhecimento.

Ao descrever suas experiências, Ana Neves conta que uma de suas primeiras ações foi sair de Portugal, o que fez com “duas malas, um marido, um carro alugado no aeroporto e sem lugar para ficar”.


Em Londres, trabalhando em um grande banco, esteve à frente de um programa de mudança, chamado Change the way you work, e afirma, colocar a palavra “mudança” no título é a forma mais garantida de criar barreiras. Como membros da equipe para este programa, contava com um grupo de escolhidos, executivos seniores da organização, conhecidos como champions.

Talvez, exatamente por terem sido “escolhidos” a maioria dos champions não tinha nenhum interesse em trabalhar em um programa de mudança organizacional. (mais…)

Contar histórias e criar comunidades digitais

domingo, outubro 10th, 2010

Andei um pouco afastado daqui nos últimos dias. Quem acompanha no twitter ainda viu alguns movimentos e referências à #enxaqueca e coleta de dados para monografia, início de aulas no mestrado e uma porção de coisas que me tomaram muito tempo e atenção.

Hoje, a sempre oportuna, Ana Neves destacou sua participação em breve no TEDx Coimbra. Como ‘uma coisa leva a outra’, acabei no site do TEDx Lisboa e encontrei esta ótima apresentação do José Sacavém, chamada Contar histórias e criar comunidades digitais.

O palestrante destaca como o storytelling, ou a contação de suas próprias histórias de vida, fortalece os laços sociais entre os indivíduos e faz uma proposição de deslocamento dos usuários de bibliotecas itinerantes da posição de receptores (ou consumidores) para a de produtores de informação. Bem aos moldes do mundo 2.0 !