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Tipos de Orientadores

sexta-feira, março 18th, 2011

Lá no CPGA estamos em época de definir as orientações. Todos ansiosos querendo saber qual orientador a coordenação do programa irá indicar, e tentando definir qual gostaria que fosse!

Por isso, lembrei desta piadinha (mais…)

Facebook e Twitter crescem, mas estão longe de superar Orkut no Brasil

quinta-feira, abril 29th, 2010

Estudo aponta crescimento de três dígitos em 12 meses para Facebook e Twitter; mesmo assim, os dois juntos não chegam a 5% do total de visitas.

A participação do Facebook no total de visitas a sites de redes sociais e fóruns cresceu de forma consistente no Brasil no período de 12 meses encerrado em 3 de abril, segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise.

O Twitter, por sua vez, encontrou seu pico de participação entre setembro e outubro de 2009, apresentando-se estável desde então, indica o estudo, que é resultado do acompanhamento da visitação de 100 mil pessoas em mais de 150 mil sites.

Em termos porcentuais, o crescimento das fatias do Facebook e do Twitter no bolo que representa o total de acessos tem ficado na casa dos três dígitos. Em um ano, a fatia do Facebook cresceu 804% e a do Twitter, 768%.

Ambos, no entanto, começaram o período com uma fatia próxima de zero, indica o estudo. Em 3 de abril, o Facebook tinha 2,35% de participação, enquanto o Twitter tinha 1,91% – muito distantes do líder Orkut, que mobiliza 62,14% das visitas.

A força do Orkut é mais evidente quando se analisa os números de participação no total de acessos a todos os sites no Brasil. A rede social da Google só fica atrás do próprio serviço de buscas da empresa. Mesmo assim, em períodos de férias escolares, o Orkut superou o Google em mais de um ponto porcentual.

Via: Facebook e Twitter crescem, mas estão longe de superar Orkut no Brasil – Internet – IDG Now!.

Redes sociais devem substituir 20% dos e-mails corporativos até 2014

quinta-feira, fevereiro 4th, 2010

Ainda de acordo com o Gartner, em dois anos, 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas para permitir uma troca de informações entre funcionários

Os CIOs precisam estar preparados para lidar com as redes sociais como mais uma ferramenta de TI. A constatação faz parte de um recente relatório do Gartner, no qual a consultoria afirma que, até 2014, esse tipo de plataforma deve subsitituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

Responsável pelo estudo, o vice-presidente de pesquisas e responsável pela área de portais, conteúdo e colaboração do Gartner, Mark R. Gilbert, alerta que os gestores de TI precisam aprender a trabalhar em sintonia com as áreas de negócio para dar a devida atenção às redes sociais e transformá-las em vantagem competitiva para as organizações.

A seguir, acompanhe as três grandes tendências em relação às redes sociais no ambiente corporativo e entenda porque o CIO precisa estar preparado para responder a essas novas demandas.

Até 2012, mais de 50% das organizações terão criado suas próprias redes sociais, com o intuito de tornar-se uma plataforma para troca de informações entre funcionários.

No entanto, essas iniciativas não devem ter o mesmo sucesso que as redes sociais abertas. Isso porque, no ambiente corporativo, a troca de dados entre funcionários da empresa não será tão apreciada quanto a comunicação estabelecida pelos usuários de ferramentas como o Twitter e o Facebook.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner Jeffrey Man, a popularidade do Twitter vem exatamente de sua escala universal. Mas quando limitada ao ambiente empresarial, a ferramenta perde seu caráter livre e passa a ser desprezada pelos usuários.

Até 2014, as redes sociais devem substituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

Por isso, nos próximos anos, grande parte das empresas deve direcionar esforços para criar redes sociais internas e políticas de segurança que permitam o acesso de seus funcionários a sites como o Twitter, LinkedIn e Facebook do ambiente de trabalho.

Mais do que isso, a consultoria aconselha que as organizações criem estratégias de governança de longo prazo, para garantir a integridade dos dados transacionados por funcionários, clientes e parceiros e avaliar como essas novas plataforma de comunicação corporativa podem gerar vantagens ao negócio.

Até 2015, apenas 25% das empresas utilizarão ferramentas de análise das redes sociais internas para melhorar o desempenho das organizações e a produtividade das equipes.

Embora a avaliação dos fluxos de informações e índices de interação entre os usuários, parceiros e clientes seja indispensável às companhias que investem na adoção da Web 2.0, é preciso tomar alguns cuidados no momento de coletar os dados. Isso porque, quando sabem que são monitorados, os funcionários não agem naturalmente nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os clientes, quando perguntados sobre a utilidade das ferramentas colaborativas em suas decisões de compra, não são 100% sinceros.

Antes de pesquisar a influência das mídias sociais em seus públicos, as organizações devem garantir quesitos como privacidade dos usuários, privacidade das informações coletadas e outras questões que encorajem os participantes a responder honestamente aos levantamentos realizados.